Tamanduá é resgatado pela Policia Municipal no bairro Nova Aldeota em Ipu (CE)



A Polícia Municipal de Ipu, foi acionada por populares na manhã desta sexta-feira (20/07), para capturar um bicho que curiosamente apareceu na zona urbana da cidade e causa surpresa aos transeuntes.
A Polícia Municipal (Guarda Civil Municipal) atendeu o chamado da população através do Disk Denúncia (99978-6640) dando conta da aparição de um tamanduá, ao que parece da espécie tamanduá-mirim. O bicho foi visto solto, lépido e fagueiro na rua Sebastião Peres Freitas, Loteamento Miramar.
A Polícia Municipal fez a captura do animal e estará acionando os órgãos ambientais para as providências cabíveis. Ainda não se sabe se o animal estava vivendo em cativeiro ou se saiu do seu habitat natural em busca de comida.
 
O tamanduá-mirim (nome científico:Tamandua tetradactyla), também chamado tamanduá-colete, jaleco, melete ou mixila, é um mamífero xenartro da família Myrmecophagidae, sendo encontrado da Venezuela ao sul do Brasil. É uma das quatro espécies de tamanduás e junto com as preguiças está incluído na ordem Pilosa. São reconhecidas quatro subespécies. 
É um animal arborícola e pode ter até 105 cm de comprimento. É reconhecido principalmente por um padrão de pelagem que faz com que pareça que ele usa um colete preto, apesar de que essa coloração pode variar, com indivíduos totalmente pretos ou marrons. Possui longas garras nas patas anteriores, e caminha apoiando o peso sobre os pulsos dos membros anteriores, contrastando com o tamanduá-bandeira, que é nodopedálico. 
Pode ser encontrado em muitos ambientes, desde florestas até savanas, mas é predominantemente florestal, sendo encontrado com frequência em bordas de florestas, preferindo forragear nesses ambientes. São animais solitários, de hábitos que podem ser tanto diurnos quanto noturnos. Se alimenta preferencialmente de formigas e cupins, preferindo as castas reprodutivas de formigas, e não soldados. 
Seus predadores incluem felinos de grande e médio porte, como a onça-pintada, a suçuarana e a jaguatirica. Os filhotes são carregados nas costas da mãe, até que se tornem independentes, mas ocasionamento podem ser deixados em "ninhos". 
repórter Chico Zé
 
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