Caminhoeiro de Ipu com mais de trinta anos de volante aderi a paralisação



As manifestações dos caminhoneiros que buscam a redução do preço dos combustíveis; derivados do petróleo, sobretudo o diesel, prosseguem em várias cidades do território nacional. Uma causa que não é somente de uma categoria, haja vista, as reduções pleiteadas impactarão genericamente na economia do Brasil, pois tudo que se possa imaginar no que se refere a gêneros alimentícios, equipamentos, roupas, calçados, combustíveis, materiais e insumos hospitalares, muita coisa mesmo ou quase tudo é transportado pelos nosso heróis caminhoneiros.
A greve que já dura mais de uma semana comprova a importância imensurável desses profissionais para o funcionamento deste país continental. Com a força dos caminhoneiros e a categoria está decidida, ou os anseios, as exigências são atendidas ou o Brasil entra num colapso total. 
Em face de tudo isso a nossa reportagem entrevistou nessa segunda-feira (28/05) um caminhoneiro ipuense, residente na rua Coronel José Aragão, centro da cidade de Ipu-CE, com 30 anos de estrada, de família de caminhoneiros, seu avô foi caminhoneiro, seu pai idem, e agora ele seus irmãos seguem na mesma profissão, o mister está no sangue. Francisco José o "Piné", parou há 20 dias, porque já previa essa paralisação e porquanto se não tivesse encostado o seu caminhão com antecedência, também estaria com o "bruto" interditando alguma das nossas rodovias país afora. "Piné" faz carregamentos de grãos; milho, farelos de soja para as granjas, em fretes para os estados do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e outros.
repórter Chico Zé
 
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