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Risco de peste bubônica no estado leva o município de Ipu a ficar em alerta

A Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) emitiu um alerta, nesta segunda-feira (12), para orientar profissionais de saúde sobre a notificação imediata de possíveis casos da doença conhecida por peste humana. Ainda não há registros de casos confirmados ou suspeitos.
“Casos da doença, teoricamente, podem ocorrer no Estado, mas os alertas geralmente não indicam indícios de infestações. Nós temos um ambiente propício, além disso, as doenças não têm mais fronteiras, claro que em uma eventualidade pode haver de uma pessoa ser infectada”, explica o especialista o médico infectologista Anastácio de Queiroz em entrevista ao Jornal Diário do Nordeste.
A doença infecciosa é transmitida por picadas de pulgas infectadas presentes em roedores. A peste humana, também conhecida por peste bubônica, é contraída quando o homem invade o ecossistema dos animais reservatórios da doença, como ratos, porquinhos-da-índia, capivaras, além de cães e gatos domésticos.
Casos e sintomas
No Nordeste, os casos de peste humana ocorreram nos estados do Ceará e Paraíba, quando na década de 1980 foram notificados 76 casos com a ocorrência de três óbitos. No período de 1994 a 1997, conforme a Sesa, o Estado confirmou mais três casos da doença: dois em Guaraciaba do Norte e um em Ipu. O último caso de peste humana no Ceará foi confirmado em 2005, no município de Pedra Branca.
Entre os sintomas da peste bubônica estão mal-estar, abatimento, dor de cabeça, vômitos, febre alta e arrepios. Quando mais grave, ela é chamada de peste pneumônica, que evolui para dores intensas, escarros com sangue e pulso acelerado.
A região da Serra da Ibiapaba se configura entre as regiões com possíveis focos da doença, de acordo com dados do Núcleo de Controle de Vetores (NUVET), 2017.  
Fonte: Diário do Nordeste
 
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