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La Niña deve influenciar chuvas no Nordeste em 2017

O fenômeno La Niña se configurou em novembro no oceano Pacífico Equatorial leste. A La Niña ocorre quando a água do mar nesta região fica com temperatura pelo menos 0,5°C abaixo da temperatura média normal e por pelo menos três trimestres consecutivos.
Esta alteração de temperatura causa mudanças no padrão de chuva e de temperatura em diversas regiões do globo, da mesma forma como o El Niño, fenômeno oposto ao La Niña, que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico Equatorial leste.
Um dos efeitos clássicos no Brasil relacionados com o fenômeno La Niña é o aumento da chuva sobre o Nordeste. Mas no caso da Região Nordeste, tão ou mais importante do que saber como está a temperatura no Pacífico Equatorial, é saber qual a situação do oceano Atlântico que banha todo o Nordeste. É preciso analisar com cuidado o que o que acontece em relação à temperatura do Atlântico, pois é isto que vai regular a intensidade e o deslocamento dos dois mais importantes fenômenos atmosféricos que provocam quase toda a chuva do Nordeste no decorrer do ano: a ZCIT - Zona de Convergência Intertropical e os DOL - Distúrbios Ondulatórios de Leste -, dentro dos quais se enquadram as Ondas de Leste.
Qual o efeito da La Niña sobre o Nordeste no verão 2016/2017? O Atlântico vai ajudar a trazer a chuva da ZCIT? Veja a análise do meteorologista Alexandre Nascimento.
Fonte: Climatempo Meteorologia
 
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