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Todos contra o Aedes aegypti.


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A quadra chuvosa se aproxima e por isso é importante a população ficar em alerta sobre os cuidados no combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, especialmente ao armazenar água em cisternas, tambores e tanques. De acordo com o terceiro Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa), esses depósitos de água localizados ao nível do solo foram os que registraram mais focos do mosquito (60,62%), seguidos pelos depósitos móveis, com 11,73% (vasos ou pratos de plantas, bebedouros de animais etc.).
Os municípios são responsáveis pelo planejamento e pelas ações de combate ao mosquito, como por exemplo, as visitas de casa em casa, feita pelos agentes de endemias, e a pulverização de inseticidas. Mas cada cidadão também é corresponsável e precisa fazer vistorias periódicas em seus imóveis para evitar focos do mosquito, como evitar que água de chuva se acumule sobre a laje e calhas, guardar garrafas sempre de cabeça para baixo, encher até a borda os pratinhos dos vasos de planta e eliminar adequadamente o lixo que possa acumular água, como pneus velhos, latas, recipientes plásticos, tampas de garrafas e copos descartáveis.

ONDE OS MOSQUITOS SÃO ENCONTRADOS

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Planejamento

No momento em que muitos municípios estão trocando de gestão, a equipe do Núcleo de Controle de Vetores (Nuvet) alerta para a necessidade de as ações de combate ao mosquito não serem descontinuadas. “Esse período, antes da quadra invernosa, é o de maior alerta. Os municípios que por algum motivo paralisam as ações de vigilância e controle são os que costumam ter maior problema no ano seguinte”, explica a técnica do Nuvet, Ricristhi Gonçalves.

O LIRAa é um método de amostragem que ocorre em quatro etapas: planejamento com definição da amostra, execução da pesquisa, análise e a avaliação dos resultados. O principal objetivo desse trabalho é a obtenção de indicadores entomológicos de maneira rápida. Os resultados contribuem ainda para o direcionamento e maior efetividade das ações de combate ao vetor em áreas mais vulneráveis a ocorrência das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, chikungunya e zika).

Dengue, chikungunya e zika

Conforme planilha da atualização semanal de doenças compulsórias, referente à semana epidemiológica 45, divulgada pela Sesa nesta quinta-feira, 17, este ano o Ceará tem 35.122 casos confirmados de dengue, com 25 óbitos; 27.333 casos confirmados de chikungunya, com 14 óbitos, e 1.929 casos de zika, 93 deles em gestantes. Dos 150 casos de microcefalia confirmados no ano, em 24 houve identificação do vírus zika.

De acordo com o último boletim epidemiológico da Sesa, os casos de dengue do tipo grave caíram 65,51%, de 116 para 40, de janeiro até a primeira semana de novembro deste ano comparados a igual período de 2015. Os casos da doença com sinal de agravamento (DCSA) também tiveram redução entre a primeira e a 44ª semana deste ano frente ao resultado das mesmas semanas de 2015. Caíram de 648 para 174, uma redução 73,14%. Quanto ao número de óbitos, a redução chegou a 60,3% em igual período do ano passado.



Assessoria de Comunicação da Sesa
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