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Temer: "Temos que nos esforçar para conquistar o pleno emprego no País"

Em evento com empresários, presidente destaca valorização da iniciativa privada como um dos caminhos para combater a recessão e retomar o crescimento
Foto: Beto Barata/PR Presidente Michel Temer discursa durante a 2ª Edição do Brasil Futuro
Presidente Michel Temer discursa durante a 2ª Edição do Brasil Futuro
Na noite desta segunda-feira (28), o presidente Michel Temer participou da 2ª Edição do Projeto Brasil Futuro, em Brasília, evento que discute os desafios para economia. Na ocasião, o presidente destacou que todas as medidas possíveis devem ser aplicadas para combater o desemprego: "Nós temos que nos esforçar para alcançar o pleno emprego no País. Para tanto, é preciso romper algumas barreiras, até ideológicas", afirmou
Temer ressaltou a necessidade da valorização da iniciativa privada como ação importante para aumentar o número de vagas de trabalho: "A Constituição, no capítulo ainda da democracia liberal, assegura e prestigia a iniciativa privada, ela enfatiza até a iniciativa privada. Quando eu digo em combater ao desemprego, como é que você combate o desemprego? É prestigiando a indústria, prestigiando o comércio, prestigiando o agronegócio, prestigiando o setor de serviço senão você não tem emprego", afirmou.
Temer lembrou da criação do programa de concessões que pretende viabilizar 34 projetos de infraestrutura. "Ao dizer vamos prestigiar a iniciativa privada, volto a repetir, repito, nós estamos cumprindo o texto constitucional. Porque nós precisamos harmonizar as duas forças produtivas do país: o empresariado e o trabalhador", disse.
Temer destacou que a recessão tem sido combatida pelo governo a partir de medidas para elevar a confiança de investidores no País. Entre elas, a Proposta de Emenda à Constituição que fixa um teto aos gastos públicos conforme o reajuste da inflação do ano anterior sobre o orçamento e o encaminhamento da reforma da previdência ao Congresso Nacional.
"Se nós continuarmos no ritmo que vinhamos ao longo do tempo, e vejam que neste ano o déficit foi de R$ 170,5 bilhões, precisamos diminuir este déficit. Já pro ano que vem , o déficit lançado é de R$ 139 bilhões, ainda é alto, mas ele não aumentou, ele reduziu", disse Temer. "Por outro lado, o déficit da previdência pública para este ano é de cerca de R$ 100 bilhões. Não podemos continuar com este clima porque o déficit da previdência pública não é só da União, é igualmente nos estados". Segundo o presidente, essas duas emendas contribuem para a responsabilidade fiscal no País.
O presidente ainda ponderou que o diálogo com o Congresso Nacional está sendo determinante para a apreciação de matérias que corroboram o equilíbrio das contas do governo. Um delas foi a aprovação da Desvinculação das Receitas da União (DRU). "Essa matéria estava paralisada no Congresso Nacional há mais de dez meses. Chegamos, embora interinamente, e agilizamos o diálogo com o Congresso Nacional e em pouquíssimo tempo aprovamos, era uma PEC, aprovamos em primeiro e segundo turno, rapidamente na Câmara dos Deputados e igualmente no Senado Federal", salientou Temer.
Outra conquista foi a aprovação da Lei das Estatais, que endureceu as regras para a nomeação de diretores em empresas estatais. Estes só poderiam assumir sob justificativas técnicas, além de estarem impedidos de serem nomeados para diretorias se tiverem exercido cargo público nos últimos três anos. "Foi a moralização para nomeação das empresas públicas", disse o presidente.
Ao final do discurso, ressaltou que nas últimas viagens internacionais, os governos parceiros têm tido muito interesse nos produtos, serviços e mercado consumidor brasileiros. "Vamos nos esforçar para sair da crise. O estado brasileiro não os decepcionará, nós vamos crescer", finalizou.

 Fonte: Portal Planalto
 
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