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Meirelles aponta reforma da Previdência como próximo passo do ajuste

Foto: José Cruz/Agência Brasil Henrique Meirelles disse que mudança da idade acabará com distorções
Henrique Meirelles disse que mudança da idade acabará com distorções
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou, nesta terça-feira (8), que a reforma na Previdência Social é o próximo tema a ser enfrentado pelo governo para limitar o crescimento dos gastos públicos. Na visão dele, a mudança no sistema de aposentadorias e pensões deve corrigir "privilégios" que existem atualmente.
Meirelles participou, junto ao presidente da República, Michel Temer, de um seminário em Brasília sobre modernização da infraestrutura. Para o titular da pasta, estabelecer a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, por exemplo, acabará com distorções que existem hoje no sistema previdenciário. "A Previdência é injusta, pois concede privilégios fundamentalmente para grupos menores de assalariados", disse.
“A questão da idade mínima atingirá fundamentalmente e principalmente grupos de assalariados com renda mais elevada”, afirmou. O ministro explicou que isso ocorrerá porque os trabalhadores de menor renda têm um comportamento mais frequente de entrada e saída do mercado formal. Eles têm, portanto, maior dificuldade de conseguir o benefício pelo tempo de contribuição.
Teto dos gastos
Para uma plateia de empresários, o ministro da Fazenda reafirmou que é indispensável aprovar a proposta de emenda à Constituição que limita os gastos e, na sequência, fazer a reforma da Previdência para garantir sustentabilidade à economia. Na avaliação de Meirelles, essas mudanças são “pré-condição para o País crescer com estabilidade de preços e voltar a gerar emprego e renda”.
De acordo com Meirelles, o estabelecimento do teto de gastos e a aprovação da reforma da Previdência trarão efeitos positivos para a economia brasileira. “Haverá redução estrutural da taxa de juros, a taxa de investimento e crescimento potencial serão aumentadas, a política monetária será mais eficaz”, afirmou.

Fonte: Portal Planalto
 
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