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Vender o Voto é uma conta desastrosa!

Na política é difícil a unanimidade, se tem um item que com certeza é unanimidade, pelos bons e os maus políticos é a "Venda do Voto". A venda do voto é o alimento para corrupção que corroí e leva os cidadãos á miséria. É tradição na cidade de Ipu ter campanhas com altas cifras, não para mega eventos, mas destinadas aos cabo eleitorais, que reúnem os seus vizinhos e transformam a venda do voto, na ajudinha. Aí vem a ajudinha para colocar a moto em dia, a construção do muro, do piso da casa, os óculos novos, as dentaduras, enfim as desculpas e as justificativas são as mais diversas e criativas, para vender o voto. O dinheiro investido individualmente, a Compra de Voto, não retorna em investimento para o bem comum dos ipuenses. 
Faço uma conta simples e assustadora conta, se você vender seu voto por R$100,00 e ter a curiosidade de usar a calculadora vai observar, o negócio absurdo que você se envolveu, ou seja: 100 dividido por 4 anos é igual a R$0,6, isso mesmo, seis centavos por dia, valor que não é suficiente para fazer nada e os R$100,00 vai ser mutiplicado por no mínimo 3, direto para o bolso de alguém, entendeu?
100 / 1.440 = 0.06 por dia > R$ 100,00 dividido por 4 anos é igual a 6 centavos por dia. Vale a pena vender o voto e não ter uma melhor qualidade dos serviços públicos ou ter o orgulho, batendo no peito e gritando Eu Não Vendo o Meu Voto!
Hélio Lopes Ipu

Acompanhe abaixo alerta da CNBB sobre a compra de votos!

CNBB pede atenção de eleitor para compra de votos e custo de campanhas.

Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil
O custo das campanhas eleitorais e a compra de votos foram temas ressaltados em mensagem divulgada hoje (13) pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O documento é uma orientação da Igreja Católica aos fiéis para as eleições municipais deste ano. O texto foi aprovado durante a 54ª Assembleia Geral da entidade, que está sendo realizada em Aparecida, no interior de São Paulo.
“É preciso estar atento aos custos das campanhas. O gasto exorbitante, além de afrontar os mais pobres, contradiz o compromisso com a sobriedade e a simplicidade que deveria ser assumido por candidatos e partidos. Cabe aos eleitores observar as fontes de arrecadação dos candidatos, bem como sua prestação de contas”, diz trecho do texto.
A mensagem orienta os eleitores a fiscalizar os candidatos e denunciar eventuais irregularidades. “A compra e venda de votos e o uso da máquina administrativa nas campanhas constituem crime eleitoral que atenta contra a honra do eleitor e contra a cidadania. Exortamos os eleitores a fiscalizar os candidatos e, constatando esse ato de corrupção, a denunciar os envolvidos ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral, conforme prevê a Lei 9840, uma conquista da mobilização popular há quase duas décadas."
A CNBB ressalta também a preocupação com a violência. “Na política, é fundamental respeitar as diferenças e não fazer delas motivo para inimizades ou animosidades que desemboquem em violência de qualquer ordem.”
O bispo Roberto Ferrería Paz, de Campos (RJ), destaca que, para a CNBB, “não há afastar-se, nem aproximar-se” de partidos políticos. “Estamos em uma democracia, e o cristão tem o direito de militar onde ele encontre seu lugar. Não cabe a nós analisar os partidos, apenas dar orientações a partir da doutrina social para que se escolham os melhores candidatos”, disse, em entrevista coletiva.
Segundo o bispo, a CNBB deve divulgar um documento com a posição da Igreja Católica sobre a crise política. O tema tem sido debatido na assembleia em Aparecida. A confederação ainda não se posicionou formalmente quanto ao pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, que será votado domingo (17 )na Câmara dos Deputados.
Edição: Nádia Franco
 
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Tema desenvolvido por Diego Farias/ Fagner Freire ·