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Sobre a violência no Ceará, secretário desconversa: 'uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa'

Delci não explicou o crescimento da violência no Ceará Delci não explicou o crescimento da violência no Ceará “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! e números você joga para o lado que quiser”.
Esta é a declaração do secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, Delci Teixeira, ao tentar explicar para os deputados estaduais o caos deste setor no Estado, com o crescimento da violência em todos os tipos de crimes. Por requerimento dos deputados, Delci compareceu mais uma vez à Assembleia Legislativa do Ceará para falar sobre a criminalidade, a onda de mortes nos presídios e a presença das facções nos presídios locais.
Delci aproveitou também para dizer que em maio, o Ceará contabilizou 274 assassinatos, o que ele denomina da Crimes Violentos, Letais e Intencionais (CVLIs), e que este número representa uma redução de 9,5 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
Contudo, Delci Teixeira “esqueceu” e não contabilizou na sua estatística, pelo menos, mais 18 assassinatos que ocorreram dentro dos presídios da Grande Fortaleza entre os dias 21 e 22 de maio último, por ocasião da mega-rebelião.  Se somasse, já seriam 292 homicídios. Na realidade, mais de 300 homicídios ocorreram no Ceará em maio.
Sem argumentos concretos para sustentar sua desastrosa gestão à frente do cargo, Delci Teixeira voltou a falar sobre as contratações de policiais civis e militares, bombeiros e peritos, mas não explicou como, mesmo diante do aumento de efetivo, não consegue reduzir os crimes de roubos, os assaltos, além dos casos de latrocínios, assassinatos de mulheres, roubo de veículos, estupros e morte de policiais cearenses.
E sobre o que aconteceu há dias semanas no Sistema Penitenciário  cearense (rebeliões, mortes e depredações) se limitou a dizer que a presença das facções, “é uma realidade de todos os presídios desse país. Certamente, isso acontece em todo o sistema prisional do Brasil”.  Nada falou sobre as execuções sumárias.
Por FERNANDO RIBEIRO 

Fonte Ceará News 7
 
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