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Objetivo do governo é alterar o curso da economia brasileira

"Não iremos só combater os efeitos, estamos atrás da raiz do problema”, disse o ministro da fazenda durante Encontro com Líderes Empresariais. Foto: Carolina Antunes/PR
“Não iremos só combater os efeitos, estamos atrás da raiz do problema”, disse o ministro da fazenda durante Encontro com Líderes Empresariais. Foto: Carolina Antunes/PR
O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou, nesta quarta-feira (8), que os objetivos da nova equipe econômica do governo é dar ao Brasil maior produtividade, emprego e renda. Durante reunião com líderes empresariais, ele argumentou que essa é uma direção que “pretende de fato alterar o curso da economia brasileira”. “São finalidades declaradas por todos os governos e que está tomando medidas concretas e fazendo o que é necessário não só para entender mas para criar uma linha de desenvolvimento sustentável para as próximas décadas”, explicou.
Segundo ele, o País vive uma crise que pode ser maior até que a grande depressão dos anos 1930. “É uma crise que gerou 11 milhões de desempregados, equivalente à população de Cuba. Nós temos que reverter esse processo e para isso temos de ver o diagnóstico”, afirmou.
Raiz do problema
“Por isso, não iremos só combater os efeitos, estamos atrás da raiz do problema”, ponderou. Meirelles fez um retrospecto da gestão das contas públicas de 1997 a 2015 e explicou que, no período, as despesas cresceram em ritmo superior às receitas – uma trajetória classificada por ele como insustentável.
Meirelles explicou que em um primeiro momento isso foi financiado por aumento de impostos e que a estabilidade da economia que se observou após a criação do Plano Real permitiu passar por esse período sem turbulências mais graves.
“O problema é que, no período seguinte, tivemos uma queda da atividade por consequência de tudo que descrevemos, mas o resumo de tudo isso é que ocorreu uma desorganização da economia e a queda da confiança”, argumentou.
Exemplos
Para exemplificar, Meirelles observou que se uma empresa manter esse quadro de despesas crescendo mais que receitas vai perder crédito, confiança e investidores. Segundo ele, os proprietários vão ficar preocupados em investir em um negócio que não vai bem. “Por isso, é fundamental que se restaure as finanças públicas”, afirmou.
Nesse sentido, o governo tem promovido uma série de medidas, como a fixação de um teto constitucional para os gastos públicos, a desvinculação das receitas da união e outras ações que ainda estão em fase de preparação.

Fonte Blog do Planlato
 
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