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União garante R$ 619 mi para Cinturão das Águas

Anúncio foi expressado com otimismo em vista dos efeitos negativos da seca, comprometendo o abastecimento no Ceará Fortaleza. O governador Camilo Santana anunciou, ontem, recursos de R$ 619 milhões, garantidos pelo governo federal, destinados para a conclusão do primeiro trecho da obra Cinturão das Águas do Ceará (CAC). Ele informou que esse aporte, já publicado no Diário Oficial da União (DOU), viabilizará segurança hídrica em uma etapa geográfica importante do Estado, que inclui o transporte hídrico desde Jati até Nova Olinda, passando por várias cidades do Cariri, numa extensão de 146 quilômetros.
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Por enquanto, o ritmo tem sido lento e houve até a suspensão. Contudo, o governador disse que a verba irá garantir a conclusão da primeira fase do CAC, que tem uma demanda de R$ 70 milhões mensais para a manutenção regular dos trabalhos nos canteiros de obras. A lentidão é explicada pelo fato de que, no Ceará, nos quatro primeiros meses deste ano, recebeu um total de R$ 40 milhões, o que representa R$ 10 milhões mensais.
Os novos recursos são garantidos por meio do Ministério da Integração Nacional, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e entram no Orçamento da União já no próximo ano. "Como estamos enfrentando o quinto ano seguido de chuvas abaixo da média, essa notícia das novas verbas para o Cinturão das Águas é motivo de muita alegria e esperança", afirmou Santana.
Reforço
Em 28 de abril deste ano, o Diário Oficial do Estado (DOE) publicou extrato da renovação de aditivos para as empresas que vêm atuando no trecho. Esse novo aporte, conforme salientou o titular da Secretaria de Recursos Hídricos (SRH), Francisco Teixeira não apenas garante a não interrupção dos serviços, como a aceleração dos trabalhos.
Com isso, a expectativa é que esse primeiro trecho, caso não haja nenhuma interrupção no fluxo de caixa, fique concluído até o fim de 2018. Para Teixeira, a possibilidade de uma possível mudança de governo não deverá alterar o compromisso com a liberação das verbas, tanto para as obras da Transposição, quanto para o CAC, em vista da preocupação com a maior crise hídrica do Estado.
Teixeira explicou que o enfrentamento da seca tanto se dá com ações emergenciais, que incluem a instalação de adutoras e manutenção de carros-pipas, quanto de obras estruturantes de grande envergadura como é o CAC. Esse primeiro trecho, além de atender às cidades do Cariri, vai levar as águas do São Francisco ao Rio Cariús, e dali ao Açude Orós. No Trecho 1, o equipamento vai beneficiar mais de um milhão de pessoas na Região do Cariri, atendendo às cidades de Jati, Brejo Santo, Porteiras, Abaiara, Missão Velha, Barbalha, Crato, Nova Olinda, Milagres, Farias Brito, Lavras da Mangabeira, Iguatu, Icó, Orós, Mauriti, Aurora, Cariús e Quixelô.
Relevância
Para o titular da Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), Dedé Teixeira, o aporte é significativo para a consecução da obra que vinha sendo executada em passadas curtas. Dedé Teixeira disse que, assim como as obras da Transposição do Rio São Francisco são importantes para o País, o CAC tem papel fundamental do apoio estratégico do Estado.
O titular da SDA ressaltou que historicamente ocorreu o fato de que, não apenas o Ceará, mas todos os estados nordestinos envolvidos, deram prioridade à Obra da Transposição. "Daí que o maior aporte de recursos tem sido para a captação do Rio São Francisco, que deverá chegar a Jati já em agosto deste ano", disse Dedé Teixeira.
Mais informações:
Secretaria de Recursos Hídricos
Av. General Afonso Albuquerque Lima, S/N - Cambeba
Telefone: (85) 3101-4021
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Fonte Diário do Nordeste
 
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