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Líderes do MST e do MTST se reúnem com Renan Calheiros para tentar barrar impeachment

A Comissão do Impeachment fez, nesta terça-feira (26), a primeira reunião de trabalho para analisar o processo contra a presidente Dilma Rousseff (PT).
Enquanto isso, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), recebia os líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, e do Movimentos dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos.
Os líderes pediram a Renan que barrasse o "golpe" contra o governo Dilma no Senado. O grupo se encontrou com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, com o mesmo objetivo.
No caso do STF, segundo o ministro Gilmar Mendes, uma intervenção no processo do impeachment no Senado dificilmente ocorrerá.
Com Renan, o resultado não deve ser diferente. Apesar de ter desafetos com o vice-presidente Michel Temer (PMDB) e de ser mais influente no governo Dilma, Renan não deve interferir no andamento do impeachment a favor de Dilma.
Qualquer ação do tipo geraria um desgaste muito grande à imagem de Renan junto aos eleitores e dentro do partido. Porém o presidente do Senado já declarou que não irá acelerar o andamento do processo, como quer a oposição, nem atrasar, como quer o governo.
"Conversar não arranca pedaço"
“Eu, hoje, recebi os movimentos sociais, recebi os prefeitos e amanhã eu vou conversar com o vice-presidente Michel Temer e, logo em seguida, com o presidente do PSDB, senador Aécio Neves. Eu acho que o papel do presidente do Senado Federal é exatamente esse, é conversar com todo mundo para, em todos os momentos, demonstrar isenção e responsabilidade com o país. Inclusive com a presidenta da República, que pediu para conversar. E toda vez que ela pedir para conversar eu conversarei com ela, porque entendo que meu papel é exatamente esse”, afirmou Renan.
Calheiros também recebeu o ex-presidente Lula na tarde desta terça e deve, ainda, conversar dom Dilma. O peemedebista afirma que manterá a imparcialidade que a presidência do Senado requer e irá, antes do momento previsto pela Constituição, passar a presidência para o presidente do Supremo Tribunal Federal,

Fonte Ceará News 7
 
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